<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>lecma</title><description>lecma</description><link>https://www.lecma.pt/destaques</link><item><title>Mobile - um desafio para as empresas</title><description><![CDATA[Diversos estudos internacionais têm vindo a destacar a rápida expansão das novas tecnologias mobile (internet, smartphones e tablets) no mundo empresarial, nomeadamente novos negócios totalmente concebidos tendo como base o potencial destas novas tecnologias.Se a internet transformou o modo como muitos empresários conduziram os seus negócios, atualmente as tecnologias móveis estão criar imensas oportunidades e condições de desenvolvimento para a generalidade das empresas.Há poucos anos, só era]]></description><link>https://www.lecma.pt/single-post/2016/04/24/Mobilidade</link><guid>https://www.lecma.pt/single-post/2016/04/24/Mobilidade</guid><pubDate>Thu, 21 Apr 2016 23:17:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Diversos estudos internacionais têm vindo a destacar a rápida expansão das novas tecnologias mobile (internet, smartphones e tablets) no mundo empresarial, nomeadamente novos negócios totalmente concebidos tendo como base o potencial destas novas tecnologias.</div><div>Se a internet transformou o modo como muitos empresários conduziram os seus negócios, atualmente as tecnologias móveis estão criar imensas oportunidades e condições de desenvolvimento para a generalidade das empresas.</div><div>Há poucos anos, só era preciso um site para ter uma boa presença na web para os potenciais clientes ou possuir uma intranet para divulgar informação, e algum conhecimento, aos colaboradores da sua organização. Facto é, que não houve necessidade de mexer nos modelos de funcionamento das organizações.</div><div>Agora é diferente. As barreiras físicas e as distâncias desapareceram por completo. As pessoas, os processos e a informação, fundem-se em aplicações onde se pode produzir trabalho, em equipa ou não, a partir de qualquer lugar.</div><div>A tecnologia “mobile” está assim a lançar enormes oportunidades à forma como as empresas se vão relacionar com os seus clientes, fornecedores e outras entidades externas. Mas também existe a perspetiva interna, pelo que, os processos de gestão e de produção estarão também envolvidos neste desafio, principalmente quando estes se desenvolvem outdoor.</div><div>Destacam-se ainda, as novas funcionalidades das aplicações, muito mais amigáveis para as pessoas, reduzindo assim a curva de aprendizagem à inovação, e permitindo uma maior expansão e proveito das vantagens da mobilidade, de forma profissional e com boa relação custo-benefício.</div><div>Existem também inconvenientes, nomeadamente no equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal, o que vai exigir sempre de cada um de nós uma boa dose de bom senso. Mas, o mesmo já acontece na nossa vida privada, quando “tomar um copo com os amigos” ou dar um passeio não pode ser eliminado pelo tempo da nossa permanência nas redes sociais.</div><div>É uma certeza que a informática “estática” das empresas, baseada nos PC´s , tem os dias contados. Apenas o timing vai variar conforme a visão e a estratégia de cada empresário.</div><div>E se, pelas suas características, há indústria onde o valor das soluções de mobile fazem mais sentido, é na construção.</div><div>Mas não mantendo os hábitos e processos atuais. Já ninguém usa um telemóvel da nova geração apenas para telefonar, desperdiçando todas as outras potencialidades que estes hoje nos oferecem.</div><div>Qualquer aplicativo criado em cima dos atuais processos das organizações, terá como resultado um app de fantasia, que não traz um ganho real à empresa. No entanto, se repensar os seus processos e os adaptar aos sistemas móveis, estará a transformar também a forma como a empresa opera, interage e produz valor para o mercado.</div><div>Deixamos o alerta às empresas que, não pretendendo liderar a atual mudança, não devem deixar de estar vigilantes, para evitarem o risco de se tornarem obsoletas a curto/médio prazo.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>BIM - governo britânico impulsiona a mudança na construção</title><description><![CDATA[Há quase cinco anos, o Governo britânico lançou um plano ambicioso para exigir que todas as empresas contratadas pelo governo, teriam até 4 de abril de 2016, para desenvolver os seus projetos de arquitetura e engenharia em compatibilidade com o nível 2 do Building Information Modeling (BIM). O prazo expirou esta semana.No entanto nem todos estão ainda preparados para responder ao desafio lançado, pois a adoção e a integração das tecnologias e métodos BIM nos processos de trabalho não é fácil. Um]]></description><link>https://www.lecma.pt/single-post/2016/04/14/BIM-governo-brit%C3%A2nico-impulsiona-a-mudan%C3%A7a-na-constru%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.lecma.pt/single-post/2016/04/14/BIM-governo-brit%C3%A2nico-impulsiona-a-mudan%C3%A7a-na-constru%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Thu, 14 Apr 2016 16:42:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Há quase cinco anos, o Governo britânico lançou um plano ambicioso para exigir que todas as empresas contratadas pelo governo, teriam até 4 de abril de 2016, para desenvolver os seus projetos de arquitetura e engenharia em compatibilidade com o <a href="http://bim-level2.org/about/">nível 2</a> do Building Information Modeling (BIM). O prazo expirou esta semana.</div><div>No entanto nem todos estão ainda preparados para responder ao desafio lançado, pois a adoção e a integração das tecnologias e métodos BIM nos processos de trabalho não é fácil. </div><div>Um levantamento de práticas BIM, da Associação Nacional dos Arquitetos Britânicos, realizado entre Dezembro de 2015 e Fevereiro de 2016, constatou que, embora 96% das 1.000 empresas pesquisadas tenham conhecimento do BIM apenas 54% tinham adotado o BIM. De realçar que dos entrevistados, que ainda não implementaram o BIM, 86% disseram que esperam usá-lo até ao próximo ano. </div><div>É inquestionável, que o caminho para uma nova era na construção está a ser (bem) feito em Inglaterra sob a coordenação do maior promotor de obras, o governo.</div><div>(fonte: Construction Dive)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CT197 - Normalização BIM em Portugal</title><description><![CDATA[Na sequência da constituição, em 2015, da Comissão Técnica (CT) 197 - Normalização BIM, arrancaram neste mês de abril os trabalhos das 4 subcomissões: Subcomissão 1 - “Maturidade e Plano de Ação”Subcomissão 2 - “ Trocas e Requisitos de Informação ” Subcomissão 3 - “Metodologias BIM”Subcomissão 4 - “Modelação e Objetos” Estas 4 subcomissões de trabalho, agregando diversos especialistas e de forma integrada, produzirão sistemas de apoio ao BIM, especificações técnicas e normas. A CT 197 é]]></description><link>https://www.lecma.pt/single-post/2016/04/08/Normaliza%C3%A7%C3%A3o-BIM-em-Portugal</link><guid>https://www.lecma.pt/single-post/2016/04/08/Normaliza%C3%A7%C3%A3o-BIM-em-Portugal</guid><pubDate>Fri, 08 Apr 2016 15:30:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Na sequência da constituição, em 2015, da Comissão Técnica (CT) 197 - Normalização BIM, arrancaram neste mês de abril os trabalhos das 4 subcomissões:</div><div>Subcomissão 1 - “Maturidade e Plano de Ação”</div><div>Subcomissão 2 - “ Trocas e Requisitos de Informação ” </div><div>Subcomissão 3 - “Metodologias BIM”</div><div>Subcomissão 4 - “Modelação e Objetos”</div><div>Estas 4 subcomissões de trabalho, agregando diversos especialistas e de forma integrada, produzirão sistemas de apoio ao BIM, especificações técnicas e normas.</div><div>A CT 197 é coordenada pelo Organismo de Normalização Setorial do Instituto Superior Técnico (ONS/IST) e tem como missão desenvolver a normalização no âmbito dos sistemas de classificação, modelação da informação e processos ao longo do ciclo de vida dos empreendimentos de construção e acompanhar os desenvolvimentos do CEN/TC 442, Comité Técnico do CEN (European Committee for Standardization) relativo à normalização BIM.</div><div>A LECMA acompanhará e apoiará os trabalhos das subcomissões, com maior envolvimento nas subcomissões 1 e 3, e focada no criação de conteúdos para aplicação empresarial na nossa industria.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>LECMA realiza ciclo de Workshops - Gestão da Construção</title><description><![CDATA[Em conformidade com o seu programa de atividades, a LECMA vai desenvolver e realizar 4 Workshops de 1 dia no Porto e Lisboa no âmbito dos Sistemas de Gestão, Gestão Projetos e BIM: "Sistemas de Gestão na Construção - Globais, Uteis e Ágeis" - 1ª Ed "Project Management - Conduzir os Projectos Para o Sucesso" - 1ª Ed "O BIM e as Empresas de Construção - Como Iniciar" - 1ª Ed "A Gestão de Informação na Construção - O Impacto na Produtividade " - 1ª Ed Estes eventos de formação, de carácter bastante]]></description><link>https://www.lecma.pt/single-post/2016/04/04/LECMA-realiza-ciclo-de-Workshops-Gest%C3%A3o-da-Constru%C3%A7%C3%A3o-1</link><guid>https://www.lecma.pt/single-post/2016/04/04/LECMA-realiza-ciclo-de-Workshops-Gest%C3%A3o-da-Constru%C3%A7%C3%A3o-1</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2016 10:13:41 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Em conformidade com o seu programa de atividades, a LECMA vai desenvolver e realizar 4 Workshops de 1 dia no Porto e Lisboa no âmbito dos Sistemas de Gestão, Gestão Projetos e BIM:</div><div> &quot;Sistemas de Gestão na Construção - Globais, Uteis e Ágeis&quot; - 1ª Ed </div><div><div> &quot;Project Management -</div>Conduzir os Projectos Para o Sucesso&quot; - 1ª Ed </div><div> &quot;O BIM e as Empresas de Construção - Como Iniciar&quot; - 1ª Ed</div><div> &quot;A Gestão de Informação na Construção - O Impacto na Produtividade &quot; - 1ª Ed</div><div>Estes eventos de formação, de carácter bastante prático, tem o objetivo de habilitar os participantes a utilizar desde logo os conhecimentos aprendidos, em decisões e ações no âmbito das suas funções profissionais.</div><div>informações: </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Lean na Construção - grupo de trabalho</title><description><![CDATA[No passado mês de Outubro, no âmbito da PTPC - Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção (www.ptpc.pt), foi criado um Grupo de Trabalho com a designação de Lean na Construção, que conta com a participação de representantes de todo o ciclo de vida de um empreendimento: donos de obra, construtoras, consultoras de engenharia e entidades cientificas e de ensino. A LECMA está representada nesta iniciativa pelos seu partner Rui Campos. Este Grupo de Trabalho definiu uma agenda para um ano, com]]></description><link>https://www.lecma.pt/single-post/2016/1/25/Lean-na-Constru%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.lecma.pt/single-post/2016/1/25/Lean-na-Constru%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Sun, 27 Mar 2016 23:15:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>No passado mês de Outubro, no âmbito da PTPC - Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção (), foi criado um Grupo de Trabalho com a designação de Lean na Construção, que conta com a participação de representantes de todo o ciclo de vida de um empreendimento: donos de obra, construtoras, consultoras de engenharia e entidades cientificas e de ensino. A LECMA está representada nesta iniciativa pelos seu partner Rui Campos. Este Grupo de Trabalho definiu uma agenda para um ano, com uma missão bem concreta: contribuir para a divulgação do Lean na Construção em Portugal, através de um conjunto de iniciativas que promovam o tema, junto dos líderes e decisores, numa linguagem descomplicada e objetiva. Neste sentido, a realização de um estado de arte que permita identificar os estudos e práticas já existentes, a publicação de alguns documentos, com o destaque para um Guia Prático de Lean na Construção, assim como a realização de workshops e seminários para disseminação do conhecimento, são desígnios assumidos por este Grupo de Trabalho, o GT Lean na Construção.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Nova Norma ISO 9001:2015 - uma oportunidade</title><description><![CDATA[A nova edição da norma ISO 9001 de 2015 (Sistemas de Gestão da Qualidade), vem dar um maior enfoque à "qualidade da gestão" na garantia de um melhor produto/serviço ao cliente.A sua revisão estrutural tornou-a mais clara, e próxima da gestão empresarial, e o ciclo PDCA (Plan/Do/ Check/Act) é agora destacado na própria organização do índice de conteúdos da própria norma.A ISO inicia também o compromisso de rever todos os seus referenciais de Sistemas de Gestão (SG), como já o fez com nova norma]]></description><link>https://www.lecma.pt/single-post/2016/03/10/Nova-Norma-ISO-90012015-uma-oportunidade</link><guid>https://www.lecma.pt/single-post/2016/03/10/Nova-Norma-ISO-90012015-uma-oportunidade</guid><pubDate>Thu, 10 Mar 2016 12:25:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A nova edição da norma ISO 9001 de 2015 (Sistemas de Gestão da Qualidade), vem dar um maior enfoque à &quot;qualidade da gestão&quot; na garantia de um melhor produto/serviço ao cliente.</div><div>A sua revisão estrutural tornou-a mais clara, e próxima da gestão empresarial, e o ciclo PDCA (Plan/Do/ Check/Act) é agora destacado na própria organização do índice de conteúdos da própria norma.</div><div>A ISO inicia também o compromisso de rever todos os seus referenciais de Sistemas de Gestão (SG), como já o fez com nova norma ISO 14001:2015 (Sistemas de Gestão Ambiental), para uma estrutura base igual.</div><div>Esta opção da ISO, vem confirmar o principio defendido pela LECMA, de que não deve existir uma soma de Sistemas de Gestão ou Sistemas Integrados, mas apenas um único Sistema Gestão Empresarial (global), que responderá a todos os requisitos do negócio presentes e futuros (legislação, normas de certificação, contratos de construção, etc)</div><div>Da revisão da norma ISO 9001, destacamos as seguintes alterações:</div><div> - uniformização da estrutura, princípios e terminologias para todos os SG ISO;</div><div> - o conceito de &quot;documentação&quot; evolui para &quot;informação&quot; (independentemente do seu suporte);</div><div> - destaque do compromisso da Liderança;</div><div> - avaliação do contexto em que se insere a organização;</div><div> - identificação dos requisitos críticos das partes interessadas relevantes;</div><div> - maior flexibilidade para nova realidades organizacionais e de contexto;</div><div> - necessidade de gerir o recurso Conhecimento;</div><div> - introdução do Pensamento Baseado em Risco, nomeadamente nas fases de planeamento;</div><div> - maior abrangência do conceito de &quot;melhoria&quot;;</div><div>Para as empresas já certificadas por este referencial, e que terão de evoluir para a nova versão até Setembro de 2018, é uma excelente oportunidade de avaliar o valor dos seus actuais sistemas de gestão da qualidade, e procederem a uma revisão global e evolutiva por forma a que o SG final seja efetivamente uma ferramenta estratégica e útil para a organização. </div><div>É de todo desaconselhável intervir no SG atual apenas para ser &quot;retocado&quot; de modo a dar reposta às novas alterações normativas. Em muitos casos, estarão a contribuir para a continuidade de um &quot;fardo&quot; que não gostam, mas tem de carregar.</div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>